Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Retardo Auto-Induzido: Um Pretenso Estudo Pseudo-Problemático-Contemporâneo (Parte 2 De 3)


Nota do autor: Gostaria apenas de esclarecer que este texto é de origem humorística e não tem objetivo de se aplicar a qualquer indivíduo em especial. É uma análise amadora de quem tem dedução por conhecimento empírico. Portanto, se este ensaio incomodar alguém diretamente, é porque vestiu a carapuça mesmo.

Como dito no post anterior, nós, seres humanos – que somos tão evoluídos a ponto de ter quase a mesma estrutura genética de duas moscas – possuímos estopins prontos para dispararem em nossas cabeças. E essas bombas serão lançadas em forma simbólica de seringas apontadas para o cérebro carregadas do mais puro suco de “retardadice” mental. Bem, a primeira das minhas teorias deste ensaio pretensamente pseudo-sócio-antropológico é a idade. Dividindo em fases, podemos pontuar momentos-chave em que é inevitável agirmos feito completos idiotas, mas há ressalvas. Como eu não presto, vou assoprar depois de morder os recalques de nossa gente.

Do berçário à Pré-escola => Desde que nascemos até aprendermos a falar e andar, somos os deuses sobre a Terra. Aí a gente começa a perguntar, correr, mexer nas coisas. Ninguém mais incentiva a andar e falar, ao contrário, limitam nosso comportamento. Aprendendo a diferenciar o que nos ensinam como certo e errado, ainda vamos levar tempo pra perceber que é tudo muito relativo, mas, por enquanto, vamos fazendo o que nos dá vontade só pra vermos se um adulto vai repreender. Ainda são os primeiros passos, vamos fazer muita m... até ter alguma autonomia.

Na escola, na rua e no lar => Quando temos certa clareza de pensamento e começamos a interagir com o mundo, ainda vamos passar pela tal fase da demência que Leandro Hassum já explicou, pois entramos numa de que o mundo é mais que o quintal de casa, mas não sabemos da extensão dele. E, aí, amigo, aprendemos a falar e fazer coisas que as pessoas de casa se surpreendem – e repreendem. São aquelas coisas que seus parentes vão lembrar em todas, todas TODAS as ocasiões. E reze pra que sejam as festas de família, senão, essas suas idiotices da infância vêm fortes como cinco ogros + dois rinocerontes pra cima de você nas reuniões de amigos, colegas de facul e coisas do tipo.

“Você já não é criança, criança!” => A adolescência é a mais complicada das fases de idiotice do ser humano. Você já deixou de ser, há muito, o xodó da casa, mas não é respeitado como um ser de personalidade - mais formada do que “em formação”. Conforme-se. Aí, você não só entra em fases de extremas mudanças na mente e no corpo, como já tem certa autonomia pra ir desvendá-las. Quase sempre o resultado é desastroso porque você tem muita vontade, mas nenhuma experiência para se virar. “É fazendo m*erda que se aduba a vida” será seu lema por um bom tempo.

Dos 18 pra lá eu nem vou detalhar, já que a maioria – mentalmente – nunca passa dessa idade, mas percebemos que o início das “décadas” são repletas de prepotência, assim como os finais de “décadas” são de planos, promessas e sensação de maior status por achar que ninguém mais tem ou teve essa fase. Resumindo, ficamos sempre achando que o mais novo não tem razão e que ninguém entende tanto da vida como nós, pois, só nós vivemos de um tudo pra saber. Volto logo com a análise de situações-chaves e a conclusão dessa pendenga intelectualóide.

Quem não escuta 'cuidado', escuta 'Eh, Roger, Eh, Roger...'.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Retardo Auto-Induzido: Um Pretenso Estudo Pseudo-Problemático-Contemporâneo (Parte 1 De 3)


Nota do autor: Gostaria apenas de esclarecer que este texto é de origem humorística e não tem objetivo de se aplicar a qualquer indivíduo em especial. É uma análise amadora de quem tem dedução por conhecimento empírico. Portanto, se este ensaio incomodar alguém diretamente, é porque vestiu a carapuça mesmo.

Não sei bem como acontece, mas o ser humano passa por fases na vida em que ele vive uma certa involução psicológica. Involução, aliás, no âmbito geral da psique humana, pois, na minha terra, a gente chama mesmo é de retardo. Demência - como diria meu colega (?!) Leandro Hassum - apenas discordando no que se refere à fase em questão. Hassum tem um número de stand-up - muito bom, por sinal - onde descreve o comportamento de sua filha – então com uns 9 anos – mas eu vou mais longe, porque percebi que certas fases – motivadas por idade ou situações diversas – acontecem de forma cíclica e quase que obrigatórias , como ritos de passagem.

Antes, explicarei o título complicada (P*rra, Bátima, explica essa p*rra!). O retardo vem, como discorrerei à frente, de alguma mudança relevante na vida da pessoa, que, por sua vez, provavelmente numa sequência de pensamentos instintivos, conclui que precisa agir dessa ou daquela maneira (daí o “auto-induzido” do título). O “pseudo” vem do fato de eu não ser um estudioso da psicologia social, mas um atento observador do cotidiano. Logo, vou fazer aqui um ensaio com pretexto de estudo de caso para exemplificar as idades e situações, assim como seus resultados no retardado, no seu meio e na sociedade em geral.

Em questão de idade, temos mudanças de comportamento conforme a cronologia das faixas-etárias por si só. Isto é, o comportamento tende a aparecer – em linhas gerais, é bom frisar – de forma independente e não condicionada a alguma força externa. Bem, sim, mas não de forma contundente como nos outros casos. As mudanças conforme crescemos nos deixam em situações onde é praticamente obrigatório agirmos de determinadas maneiras, pois, é normal da humanidade se apegar a hábitos e fazerem deles paradigmas sem a menor contestação (como, por exemplo, sei lá, achar que um jogador de futebol é o responsável pela sua alegria de viver), mas agora estou divagando.

Voltando à vaca fria (e já descobri de onde vem essa expressão aqui mesmo neste blog), desde que nascemos até uma certa faixa, por volta dos 10 anos, somos verdadeiras esponjas do comportamento de quem mais se aproxima de nós. Pais, mães, responsáveis e meios de comunicação. Sim, ou você acha que os moicanos pavorosos, trejeitos, gírias e acessórios bregas coloridos diretamente dos pais? Que nada, a mídia abrange cada vez mais o lugar de influência externa, já que a internet potencializa o alcance dos meios de comunicação. Bem, sem delongas, analisarei o retardo auto-induzido no próximo post – sim, porque sou safado e também sei fazer trilogias desnecessárias... apesar de que essa é necessária, já que o texto ficaria muito grande pra um post só e a maioria da população, que já não gosta de ler, não lê no computador um texto maior que “Gostosona do momento ajeita biquíni na praia e liga para o paparazzi fotografar e ganhar uma grana com sua apelativa auto-promoção”.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Smurfs: Comunistas?


A paranoia bate e a gente pega o que estiver por perto pra destilar toda nossa teoria da conspiração... Até porque "paranoia é a consciência total".

Neste caso, pego os Smurfs pra cristo (melhor que pegar pra fazer ouro) porque acabaram de chegar a Hollywood e - a exemplo de Che Guevara - são símbolos do comunismo que rendem muito para o capitalismo. NÃO?

Explico a divagação inicial: SMURFS, segundo teorias difundidas por estudiosos da política da década de 1980 (com a Guerra Fria comendo solta) seriam S.M.U.R.F: Socialist Men Under Red Father, que em bom Português fica: homens socialistas sob (a liderança do) pai vermelho.

Essa teoria faz sentido, e - como Caverna do Dragão - deixa o desenho muito mais interessante, mesmo que seja paranoica. O caso é que os pequenos seres azuis (não as crianças do filme Avatar) não têm clases sociais, todos são iguais (hum...), se vestem da mesma maneira (tá), vivem sob a liderança do bondoso Papai Smurf, aquele sábio mais experiente que lidera com bondade e se veste da mesma maneira que os outros, mas... VERMELHO! (opa, peraí, caceta!). Além disso, vivem sendo perseguidos pelo ganancioso (imperialista?) Gargamel e seu gato Cruel para serem transformados em ouro, ou seja, o velho quer capitalizar aquela gente simples que vive pacificamente sem desejos mesquinhos na sua utópica vila de cogumelos/casas. Cada um tinha uma função específica na sociedade e apenas uma mulher... (tá, lembro de ter aparecido um outra menina chamada Sassete (sei lá se escreve assim), mas... como fazia pra procriar? Explica essa p*rra, Papai Lula... er... Smurf!

Houve quem comparasse o papai vermelho a Karl Marx e tudo. Mas, o negócio é que os viagras ambulantes foram criados na França por um Belga (Pierre Culliford, o Peyo) e ganhou o mundo ao se tornarem o clássico desenho animado estadunidense. O filho do autor alega que a teoria da analogia ao comunismo é ridícula.

Fica a sensação de mistério. PAM PAM PAAAAAAAM!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Voltando à vaca fria...


Uma vaca chega para a outra e diz:

- Menina, você não tem medo de pegar 'vaca louca'?

A outra responde:

- Não. Eu sou um helicóptero.

Essa expressão me foi motivo de curiosidade num nível de angústia... er... angustiante. Mas, eis que um pesquisador não sossega o facho, e aqui está um resumo:

A expressão vem de uma peça francesa, Farsa do Advogado Pathelin, obra anônima do século XV. O dito original é Revenons à nos moutons (Voltemos a êsses carneiros) e vem de uma situação a certa altura da peça, onde um advogado começa a divagar e discutir sobre um negócio feito e não cumprido por ele, até que o juiz, irritado com o desvio do assunto, chega e diz "Voltemos aos carneiros" pra por ordem na pasmaceira.

O sentido dos carneiros na França é o mesmo da vaca aqui no Brasil. O que não se explica é como a expressão veio da França dando lã, chegou aqui dando leite e ainda se fala que é porque em Portugal, costumava-se servir um prato frio chamado vianda, antes das refeições, aos qual não se retornava pós serem servidos os pratos quentes.

Mas aí, é outra angústia que eu vou ter por um tempo. Até eu saber como carneiros se tornaram vacas de uma peça para o prato dos portugueses, vou cantarolando o Samba do crioulo doido e uma música da banda de metal gótico Epica que diz: "O mais que sabemos é o menos que conseguimos. Cada resposta leva a outra pergunta..."

Mas, voltando à vaca fria...

Errare humanum est


Erros, como quase toda atitude do ser humano, só possuem dois caminhos lógicos de SIM e NÃO.

( ) SIM: Você comete.

( ) Não: Você não admite.

(E isso conta também para você que tentou marcar uma das opções acima ou pra você que tentou criar uma terceira alternativa que lhe convenha).

Geeeente, geeeente, vamos ser mais humanos e errar mais. Não digo pra buscar o erro, mas pra aprender a reconhecê-lo. Todo mundo erra e, pra defender algo que convencionou-se chamar de honra, inventamos as mais bizarras desculpas pra fugir da "vergonha" de errar. Se você não erra, você é, logicamente, uma pessoa mentirosa. E não vale admitir um erro visando se gabar, pois, falsa humildade é pior que jornalismo de celebridades.

E é fácil perceber isso, quando a pessoa quer posar de mártir com seus dramas, aventuras aventurescas e desventuras. É uma forma passiva-agressiva de conseguir dos outros aquele "óun, tadinho(a)" - o que é muito emo. Ou a pior maneira de admitir um erro: "A culpa foi sua!". Pelamordedeus! É como ver um estuprador culpar vítima por ser bonita. Você erra e a culpa é de alguém que te induziu? Convenhamos, a maioria das vezes em que se usa este artifício, a responsabilidade pelo erro é de quem errou e não de quem estava perto, incentivou ou não repreendeu. Um ser humano não pode ficar tomando conta de oputro a vida inteira.

Então, voltando à vaca fria - e eu juro que não saber de onde vem essa expressão me angustia - é como falei (DIGITEI!) no início: Sim ou não. O sim, ao contrário daquela expressão clichê, é que é o garantido aqui. Todo mundo erra. Mas, admitir, com dignidade, é coisa de gente grande. Orgulho não serve pra nada. Nem pra lavar cueca.

É fazendo m*erda que se aduba a vida.

Tudo é bullying?!


Vamos fazer como Charlie Sheen e chutar (disse CHUTAR) o pau da barraca: Tudo é bullying, tudo é depressão e tudo é uma ofensa (religiosa, política, étnica, social, etc).

Bullying: Aquela clássica perseguição que já foi chamada de assédio moral, pressão psicológica e tals. Sim, tem gente que se sente extremamente retraído com a brincadeira dos outros sim, essa brincadeira pode ser de mau gosto ou até violenta. Não é nada engraçado ser feito de otário em público. Isso pode mesmo traumatizar. Mas, será que esses psicólogos todos não podem ver que um adolescente que se faz de descolado, na maioria das vezes, é só uma criança com a mesma insegurança do perseguido? Só a abordagem do problema é diferente. Uns se inibem, outros se escondem bem diante dos olhos do público, se fazendo de confiantes pra intimidar (falta de uns tabefes! #prontofalei).

Depressão: Aí, é outra m*erdinha! Não se fica mais triste. Depois das redes sociais, então! PQP! Ou você é aquela pessoa feliz e cheia de frases de efeito pra nomear seus 10456 álbuns de fotos felizes, festivas e familiares, ou você não existe! Estar triste e curtir uma fossa é coisa de deprimido. Nada de ouvir umas músicas de dor de cotovelo pra sarar um mau momento, seja sempre radiante. Mas, você não vai ver que o monstrinho da tristeza está crescendo em você (UIA!) e, vai virar um ogro que pula em mesas nas festas de família. Como você não levou ele pra passear enquanto era só uma tristeza, ele ficou grande e sem controle. DEPRESSÃO! Pronto, você é um bucha dos novos tempos e só os cientistas ingleses vão te salvar quando descobrirem pela enésima vez que sorrir e chorar fazem bem à saúde.

Ofensa: Essa é minha preferida. Adoro odiar essa coisa de que todo mundo se ofende por tudo a toda hora e em todo lugar. Afroafricanos do Brasil estão na TV? Preconceito! Não estão? Preconceito! Novela aborda temática homoafetiva? Preconceito! Não aborda? Preconceito! Falou que é a igreja que proíbe? Eles dizem que não proíbem homoafetivos, são contra a homoafetividade... (ah, vá a m*erda!). Enfim, o politicamente correto só não funciona entre os políticos, aí, a sociedade - acho que pra equilibrar - resolveu levar essa palhaçada a sério. Não existe piada. Tudo é uma desculpa pra ofender todas as classes, camadas e tribos recalcadas da galáxia.

FGarcia só vai fazer piada de marcianos - até que um deles - ou em nome deles - reclame.

Ser nerd é...


Agora, parece que ser nerd é moda. Tem o grupo que gosta de ser esquisito, tem a galera que gosta de ser certinha, mas tem aquele povo que acha que nerd é todo aquele ser que tem algum assunto a conversar que não seja "senso comum". Aí, toda sorte de pseudo intelectuais se auto-proclama nerd e pronto!

Queria dizer com toda a sinceridade do meu ser: BULLSHIT! Nerd não é simplesmente aquele cara que lembra dos desenhos e filmes que curtia na infância, ou aqueles que se aprofundam num mundo específico. É mais que isso, é uma característica social. Se ler gibis fosse ser nerd, quase todo mundo seria, porque A Turma da Mônica está aí há mais de 40 anos em nossa cultura e gente pra dedéu começou a curtir esse tipo de mídia ali.

O nerd era aquele cara classicamente com dificuldade de socialização. Geralmente por alguma timidez. Aquele esquisito que se achava diferente demais para se enturmar e acabava se entendendo melhor com os outros esquisitos - às vezes, nem isso - ou se encaçapava nos livros (não necessariamente ciência), vídeo games, gibis, etc. E as denominações também são estranhas. Geeks são nerds, mas com a preferência por tecnologia, os trekkers curtem muito Star Trek e por aí vai. Hoje, o cara pode curtir Star Trek, se identificar com os protagonistas de The Big Bang Theory e, ainda assim, beber umas e outras com os amigos na Lapa pra chegar numas cocotas. Social e nerd???

Com o advento das redes sociais e o desenvolvimento geral das comunicações via internet, todo mundo tem voz e não precisa se expor. Sendo assim, o que não falta é esquisito se sentindo à vontade para mostrar seus pensamentos através de sites, blogs e sites de relacionamentos. A moda de ser nerd os fez aparecer. Mas, se não têm mais a dificuldade e as midias estão tão misturadas que todos se conectam a qualquer hora... quem é realmente nerd hoje? A gostosona da facul não para de postar suas inutilidades no facebook via blackberry e o cdf ao lado, também... um é nerd e a outra não? ABSURDO!

Você pode estar on line em qualquer lugar, em qualquer hora e não dá pra se ter apenas um assunto de especialidade. E, considerando que qualquer coisa hoje é bullying, ou todo mundo é um pouco nerd, ou os tempos mudaram e essa segregação não conta mais. Precisamos rever isso.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Metallica e suas várias mortes


Death magnetic é o álbum mais recente do Metallica e veio com a intenção de resgatar o clima mais pesado do som da banda nos anos de 1980. Muita gente insiste no preconceito de que esse álbum não é bom porque não é um clone de Master of Puppets.

Sabe quando aqueles pseudo-conservadores chegam e dizem: Metallica só foi até o Master of Puppets e choram feito ninjas silenciosos quando alguém pergunta porquê e não sabem dizer nada além de "Não gosto. Porque não"? Pois é, resolvi fazer uma resenha sobre essa atitude. Acompanhe:

Primeiro, Master of Puppets é um dos melhores álbuns de metal da história. É não, FOI! Ele não pode ser lançado de novo. Então, você só quer ouví-lo por medo de ampliar horizontes ou vergonha de admitir que dá pra continuar sendo bom sem lançar clássicos consecutivos? Continua. Mas, pra satisfazer essa viuvez de algo lançado há quase 25 anos, você teria que ressucitar Cliff Burton (baixista falecido num acidente sofrido pelo ônibus em que a banda estava)e mesmo assim, não é garantido que ele se mantivesse um garoto de vinte e poucos anos (coisa que nem você será pra sempre).

o Death Magnetic (DM a partir daqui) é muito bom sim. Não digo só por gosto, é que ele tecnicamente é muito bem feito e muito bem tocado. Canções criativas, empolgantes e riffs e solos inspirados. Pô, não precisa gostar. Gosto é igual a orelha, uns têm, outros não... Mas, escutar e avaliar que é um bom material, o mínimo de senso crítico pode ajudar. Do contrário, se é pro lado da presunção, da preguiça e preconceito com o que é novo, vá ouvir um pagode-pop-mela-cueca suado e cheirando a churrasquinho de gato!

Não aceito essa cobrança recalcada típica de um "metaleiro trüe", que só ele sabe o que é bom e a própria banda que ele admirou no passado não é mais digna de seu aval rigorosíssimo. Sai pra lá, criteriosos do cão, vão lamber um sovaco de mendigo pra ver se ele geme!

Quem disse que a própria banda - não perca de vista, foi quem criou toda sua obra antes - quer fazer igual ao que já fez antes? Artista de verdade querem sempre inovar. Pra fazer o mesmo sempre, já tem muito mercenário que repete a mesmíssima fórmula para não perder público. A arte se lança ao desafio. Antes do DM teve o MoP e antes teve o Kill'em All. Pra se repetir, eles manteriam a demo No Life 'Till Leather eternamente. Pra fazer o de costume, eles tocariam o MoP em playback. Músicos querem se reinventar. Fazer diferente. Repetição é coisa dos Wonders (ou 1'ders, como preferir), sabe aquele filme que lançou a banda fictícia homônima e seu único hit "That thing you do".

Enfim, se a banda abandonasse tudo com a morte prematura de Burton, seriam lendas, mas cobrados por não terem lançado nada a mais. Continuaram e são cobrados por não terem feito o mesmo disco todo ano. Não são mais garotos bêbados, rebeldes e talentosos e não gravam o melhor cd de metal de todos os tempos todo ano, aposto que são imperdoáveis (unforgiven 1...2...3) para você, que é trüe e o único que sabe das coisas, né? Vá lamber bodes!

Dê uma chance para o álbum novo, ouça como quem quer ouvir boa música. Não vejo cobrarem do Iron Maiden um Powerslave por ano, nem vários Rust In Peace, do Megadeth. Ouvir não arranca pedaço (não diretamente), então procure música boa, não uma superação que os monstros sagrados do metal não lhe devem.

bjundas e abracetas!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A procura da felicidade


Sabe, esse filme não é uma lição de vida, de perseverança ou de amor... É UM TAPA NA CARA! Daqueles com luva de metal, seguido de água e sal... A história do filme todo mundo conhece (se não conhece, vá procurar no Google, porque eu não dou colher de chá.

Mas, como todo mundo sabe que mataram o gato, mas não sabe como se faz o tamborim, titio Garcia expRica a sinopse:

Chris Gardner é um homem trabalhador que passa por dificuldades financeiras. Mas ele tem sonhos e trabalha vendendo aparelhos que ninguém leva fé. Nem sua esposa. A megera larga o cara com o filho pequeno do casal e se manda. Chris começa a batalhar para conseguir seu lugar ao Sol enquanto mora em abrigos, ônibus, rua e onde mais der pra puxar um ronco.

Resumindo o filme, o cara passa por tudo que um ser humano pode passar de ruim, mas sempre mantém a disposição para levantar e ir em busca do que ele quer. Enquanto muita gente se dói por qualquer m*erdinha, ele nunca desistiu de chegar lá (a felicidade, pombas!).

Então, veja a cena do banheiro e pense se sua vida está tão ruim que você não possa fazer nada para melhorar... (faz isso ou tenta dormir nos ônibus por falta de moradia pro seu filho não perceber que estão sem-teto).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Existe sim, eu te disse!

Ditados populares não são só lendas ou figuras de linguagem. Como eu sei?

A editora da Vogue Japão, Anna Dello Russo, realizou, na última segunda-feira (13.09), em Nova York, a personificação de um clássico dos ditos populares.



Quis chamar muita atenção, pendurou uma melancia... er... não?
Powered By Blogger