Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

terça-feira, 4 de maio de 2010

A problemática dos cds/dvds “ao vivo”


Tudo bem, admito que essa é uma reclamação particular e não ouvi ninguém falar o mesmo que estou prestes a explicar. Por mais provável que seja existir uma boa quantidade de gente resmungona igual a mim. Mas, já que o espaço está aqui, discorrerei (O.o) a respeito da onda de Cds e Dvds ao vivo.

Não, não sou contra registros musicais ao vivo (alguns ficam até melhores que suas leituras originais) e também não vou entrar na questão dos acústicos (obras desnecessariamente repletas de músicas quase não modificadas só pra se vender uma pseudo-novidade – pronto, falei!).

Minha questão está na importância que se dá ao público nos intervalos das músicas. Há quem sinta falta daqueles uivos, assobios e palmas entre as faixas. Tá, a vibração do público até pode dar uma emoção a mais de você se imaginar – ou lembrar – dos momentos bacanas dos shows. Mas, porque, churrumelas, esses gritos precisam ser mais altos que a própria música?

Sério, eu curto muito um fone de ouvido. Realize: Você ta naquele embalo da canção, tudo corre às mil maravilhas e de repente, não mais que de repente, a música tem seu encerramento triunfal... Hora de pensar “Pô, que legal, gostinho de quero mais”?

NOT.

É hora de pensar: “CARAI! Que gritaria é essa logo depois de uma massagem musical nos meus ouvidos”. Essa berraria virou vírgula nos cds e dvds.

E olha que eu nem cheguei ainda na minha eterna vontade de xingar os cantores com sua mania horrenda de lançar o maldito “Só vocês!”. Só vocês ÉUCA!!! Só porque o dvd tem opção de legenda e o cd pode vir com letras no encarte não quer dizer que eu tenha que ouvir um bando de desconhecidos gritando as músicas sem critério artístico. Eu paguei, canta VOCÊ!! (e nada de picaretar mudando o modo de cantar, não! Eu conheço as músicas. Respeite as melodias e letras). Pronto, falei!²

quarta-feira, 3 de março de 2010

Personagens macabros da cultura pop (parte 1)


Vez por outra, deparo-me com aquela “origem” da Hello Kitty, que se resume assim:

Uma mãe desesperada + Filha com câncer na boca + pacto com o demônio = salvação de sua menina. Em troca, ela criaria um símbolo de alcance mundial em homenagem a ele (o capiroto, oras!). Parece que deu certo. Os sinais disso - que têm a sustentabilidade de um castelo de areia diante de um tsunami - estariam no fato de a gatinha não ter boca ou no nome ser – supostamente traduzido como: Hello -> Oi (em inglês) e Kitty -> Demônio (em chinês).

Antes de mais nada, vamos dizer que também existem versões assim:

1) A desenhista estaria grávida de uma menina perfeita, mas com câncer na boca;
2) O nome dela viria de um dialeto africano (elohit) onde significaria - olha, que surpresa - demônio;
3) Seria o símbolo de uma seita religiosa contra os princípios de Deus (ah, nessa não foi demônio, mas anticristo...);

Na boa, andei pesquisando e vi que a Hello Kitty (em japonês, Harokiti) foi criada originalmente pelo designer Ikuko Shimizu em 1974. E o nome em inglês foi escolhido porque a cultura britânica era popular entre as garotas japonesas na época da sua criação. Já vi a explicação de que a ausência da boca simbolizaria a submissão da mulher japonesa. Mas a Hello Kitty possui boca nos desenhos animados (procura aí na net, pois quero evitar a fadiga).

E outra, 'Hello' é ‘oi’ em inglês, e kitty é ‘gatinha’ (o bicho) em inglês (‘Ma’ que tinhoso poliglota é esse que quer misturar personagem japonês com nome em chinês? Será que ele não sabe que China e Japão não têm muito a ver? Ah, danado!). O Kitty é uma homenagem ao gatinho branco da Alice no livro ‘Through the Looking Glass’ de Lewis Carroll. E o nome “verdadeiro” dela é Kitty White (Gatinha Branca) Dah!.

Ainda vi que a palavra "Demônio" em chinês tem duas representações, cada uma com dois hideogramas: "wu gui" ('mal' + 'diabo') e "wu mo" ( 'mal' + 'magia'). Em Mandarim são 'e-gui' e 'e-mo' (portanto, emo é que é coisa do demo, deixa a gatinha branca em paz!).

No fim das contas, ela não tem boca... Sobrancelhas, dedos, umbigo, abertura nas orelhas, pálpebras... E daí?! Os Simpsons têm 4 dedos nas mãos, desenhos japoneses têm olhos enormes, o Bob Esponja - além do óbvio de ser uma esponja que anda e fala - consegue ir à praia no fundo do mar (O.o) e fritar hambúrgueres (já até causou um incêndio na bolo doido todo que é o desenho!).

Vou parar por aqui antes que digam que Garciarama significa 'parangaricutirimírruaru'!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Novas modas?


A moda. O que é a moda? Não sei nem pra que serve, já que se vestir deveria ser um necessidade, em primeiro lugar, e, no fim das contas, quem sabe, estar bem vestido (o que deveria ser uma intenção própria e não para os outros). Mas, enfim, o ser humano se preocupa com o que os outros possam falar, mesmo que não seja imoral, ilegal ou engorde.

Pessoas ligadas à moda (e seus adeptos) agem e são vistos como marcianos que se acham à frente do seu tempo. Quem dita moda, dita as regras do vestuário durante todo um período. Fico embasbacado toda vez que vem uma reportagem sobre moda e o estilista/modelo/pretenso interessado diz que a grande tendência para a próxima estação é, por exemplo, a bata hippie... BATA HIPPIE? Isso se a pessoa não completar dizendo que vai combinar com a calça boca-de-sino. Não era a tendência PRA FRENTE, catzo?
Que moda ‘De volta para o futuro’ é essa que diz que novas tendências são o que foi moda há 40 anos?

É engraçado quando dizem que isso ou aquilo voltou à moda... qual é o critério? Ficamos uns 20 anos sem usar, aí a gente usa denovo. Isso é ser sofisticado e antenado... blá, blá, blá... No geral, fico muito feliz em manter meu estilo casual (jeans e camiseta), pois, como se fala “não sai de moda”. O que eu retificaria com “está à parte da moda”, já que nunca se erra ao sair assim. Quando digo “erra” digo “ninguém te enche o saco” (porque me importar mesmo em agradar, não me importo). A roupa é minha, se quiser, uso gravata na testa.

Roupas de ginástica, batas, calças boca-de-sino... pera lá, melhor admitir logo que vocês não têm imaginação pra criar nada e resolveram fazer um apanhadão das décadas passadas pra dizer como se vestir!

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Novidades televisivas '10: X-Men: Evolution?!


E 2010 começou. Como foram suas entradas de anos? (e a plateia gargaaalha)

Tá, a primeira piada infame do ano publicada neste blog. E por falar nisso, vamos ao post de abertura (UIA!).

Ano novo, vida nova... Tá, a expressão é tudo, menos nova. Mas não significa que seu significado não seja pertinente (hein!?).

Estou falando pra celebrar o novo ano, boas novas, novidades e tals. Sendo assim, sugiro que você, caro garcianauta (!), assista à programação do SBT. Não é como a Record que só copia e se espelha no modelo que eles mesmos seguem (talvez para almejar tomar o lugar um dia e, assim, dominar o mundo). Não, a emissora do senhor Abravanel oferece novidades. Grandes novidades como o desenho tchubiruba X-Men: Evolution. Duvida? A birosca do desenho é novidade desde... sei lá... sempre! E, pra quem conseguiu perder isso, a trozoba começou (denovo) no programa matinal Bom Dia & Cia (saca, aquele das ex-crianças/pré-aborrescentes irritadoras de pequenos animais).

Na verdade, isso foi uma desculpa pra questionar certas incongruências que notei em aspectos básicos do desenho (tendo o conhecimento da série original nos quadrinhos ou não).

-> Ciclope: O destemido líder dos adolescentes usa óculos especiais que “seguram” seus raios ópticos (dah!). Raios que desmancham uma montanha, mas não vazam pelas laterais... como? Sei lá.

-> Jean Grey: A ruiva, no desenho, não tem codinome (aparentemente ignoraram sua versão do gibi que usou “Garota Marvel” e “Fênix”). Mas os “XisMéin” não começaram a série agindo em segredo? Como alguém pode não ter uma identidade secreta, nem máscara e agir em segredo? Ora, bolas...

-> Lince Negra: O mesmo do codinome vale para a menina Kitty Pride que não esconde o rosto em público, logo, o codinome é inútil.

-> Vampira: Além de ganhar uma versão beirando o gótico, a menina é o contrário das colegas supracitadas, pois, age em público sem uma máscara, mas não tem um nome de verdade... Como ninguém desconfiou dela antes? Tipo, alunos, essa é sua nova colega: Vampira. Ah, tá, senta ali perto do Lobisomem da Silva e do Natércio. ¬¬

-> Maria Gadú, a cantora: (Mas hein?! Não, ela não é mutante (será?), mas por parecer uma perfeita cruza da Adriana Calcanhoto com o... Pica-Pau, até que se encaixa... no meu histórico de piadas sacanas e já concorro a troféu “ta da tchisss (solinho de bateria para piadas infames) 2010”. RÁ!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Marolinha de M...


Casos de corrupção política como o do Arruda me fazem pensar “Política DEM... quer dizer de M... Sacou o trocadilho?
Já que o lance deste post é política – e eu prometo não me estender - vamos ao assunto do dia por aqui:

Presidente Lula diz que o importante é tirar o povo da ‘merda’ independente de rivalidades políticas.

Primeiro pensamento que me veio à mente: Lula fala ‘merda’. Interprete como você quiser.

Só uma pequena divagação... Se o mesmo cara diz (num outro contexto, admito) que o que vai nos atingir é só uma marolinha e depois diz que quer fazer o que for necessário pra tirar o povo da ‘merda’... Apenas consigo concluir que é melhor não fazer onda com isso tudo.

E pra não desperdiçar a oportunidade, aqui vai uma tirinha safada pra entretenimento alheio:

Nota do Blog: Nenhum personagem foi maltratado, torturado ou mergulhado em uma piscina de dejetos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Lombardi nos deixou


Lombardi nos deixou. A voz mais famosa do Brasil (claro, depois daquela que fica na consciência de todo brasileiro dizendo SEU OTÁRIO!) se calou. É o sinal dos tempos. E outra: Assim como falta luz por atacado no Brasil - no Rio de Janeiro, e no varejo – o Flamengo, finalmente, se aproxima do tão almejado PENTACAMPEONATO (diferente do Vasco que, mesmo na segundona, JOGOU E GANHOU. Ou seja, título brasileiro legítimo. Não tô dizendo que o mundo tá diferente?

Pra compensar o apagão, bandidos incendeiam ônibus pela cidade maravilhosa – dizem as más línguas que é protesto pela ocupação de favelas pelo estado, mas eu SEI que é um manifesto agresssivo pelas constantes faltas de luz. Até porque, todo mundo sabe que, salvo essas exceções de armagedon, apocalipse e tals, nem f#$dendo que falta luz na favela. Aliás, só Madonna tira onda de não ficar sem Luz (ta da tchisss).

Só um adendo sobre a sonhado penta dos “framengu”. Assim como outras torcidas, milhares de matutos conseguem ficar uns 3 (disse TRÊS) dias numa fila por causa de um ingresso. Um jogo. Só o que eu acho esquisito é que esse mesmo povo arma barraco por esperar umas horas no hospital, dizer que teve que se prejudicar no trabalho por causa disso e chorar por ter que pagar uma nota por remédios (essas reclamações se estendem a diversos serviços públicos também).

Enfim... o SBT e o Brasil se despedem do locutor mais famoso do país, mas o céu recebeu uma grande personalidade.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Lei da compensação


Ai, meu pai eterno! Agora a onda é apagão no Rio de Janeiro... E tinha que ser no calor (ainda bem que o verão não chegou, hein!). Ficamos numa sinuca maior que a da comadre Vanusa, a cantora do hino nacional brasileiro de Marte.

Sabe, na verdade, na verdade, não sei se a sinuca maior foi a dela, a dos músicos ou a da galera toda que ficou fazendo cara de paisagem enquanto engolia a trozoba musical da nobre senhora.

Motivos à parte, pelo menos ela não passou o perrengue que um cidadão passou ao ser assaltado dentro da academia enquanto corria na esteira. Aliás, como terá sido a abordagem do meliante?

“Perdeu, playboy, agora, CORRE!!!”

Continuou correndo enquanto era assaltado por que SAÚDE É O QUE INTERESSA!!! O resto não tem pressa...

Se corresse na rua, talvez estivesse mais seguro... ou com mais chances de ir a algum lugar na fuga... pensando bem: NAAAAAAAAAAAAAAA!

Por falar em lei da compensação...

domingo, 8 de novembro de 2009

Intolerância religiosa no estado laico



Putz, que título comprido!!!

Intolerância religiosa é uma coisa ridícula. Todos sabem – apesar de metade desses todos se defender como mátires e praticarem a mesmíssima intolerância contra os outros. Enfim, isso é um outro mérito que não vou abordar agora. O que pretendo desmistificar aqui e agora é aquela máxima infame sobre religiões afro-brasileiras (e espíritas vão por aproximação): Macumba, se fosse boa não seria Macumba e sim, BOAcumba.

Vamos começar pelo começo (!), esse assunto veio à baila porque assisti a uma reprise do extinto Gordo a Go Go, apresentado pelo, então, realmente gordo, João Gordo (pode parecer pleonasmo, mas ele tá bem mais esbelto hoje em dia). Nessa reprise – comemorativa dos 19 anos da MTV brasileira – ele conversou com ícones da cultura pop dos anos 80: Sérgio Mallandro e Bozo. A entrevista ia com o homem do “vem fazer glu glu” e tudo transcorria de forma escrachada e boa de se encarar (UIA!). Mas, quando o Bozo chegou, representado por um dos três atores que vestiram o traje na época de ouro da TVS (o SBT, cara!), a coisa degringolou para a tentativa de evangelização. Cara, não tenho nada contra levar a palavra de Deus a alguém. Mas, tem que interessar a esse alguém. Aí, o cara quer convencer os outros de que a vida dele era uma m... porque ele freqüentava a macumba – foi aí que ele disparou a tal piadinha. Obviamente depois que chegou ao fundo do poço, ele se converteu à fé evangélica e aí a magia aconteceu.

Tentou mostrar a maravilha de Deus em sua vida falando mal da fé alheia. Ué, Bátima! Jesus ensinou isso? Não, gafanhoto, na remota hipótese de isso ter sido só uma piada sem ressentimentos com um segmento de fé que não transformou sua vida de forma mágica, isso foi só um infeliz comentário preconceituoso. Deus me livre ser politicamente correto, qualquer um que me conhece sabe que eu adoro uma piadinha infame. Só que vindo de gente de fora do “grupo-alvo” da piada, soa agressivo.

O certo é que certas piadas não se sustentam e nem adianta dizer que é licença poética, pois, não se trata de entender que em piadas um papagaio pode conversar com um cachorro, estamos tratando de pessoas que abandonam um tipo de fé para seguir outro e guardar rancor do anterior. Pessoas boas existem em todo canto assim como pessoas más... agora... idiotas também. Por isso que eu digo pra quem se acha no direito de julgar os outros: Palhaço!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Porque Frente-Única?!


Sabe aquela sensação – muitas vezes acontece durante ou logo após um ato falho – de “Ei, eu sempre faço isso, mas dessa vez não foi no automático”? Pois bem, seja apresentado à epifania (pelo menos, um jeito de aplicá-la). E não digo EpifÂnia, aquela sua tia rechonchuda que te beliscava as bochechas (UIA!) quando você era criança. Falo das situações em que você está tão acostumado a fazer algo que não se liga mais nos mecanismos para fazer. Simplesmente faz. Automático.

Faço essa introdução (UIA!²) pra falar de um dos assuntos que me incentivaram a arrumar um espaço na net pra expressar meus anseios e angústias (Ai, que emo, dá zero pra ele!), ou seja este blog – que foi o ponto de partida para meus escritos internéticos. Chega de enrolação, vou falar (digitar!) só uma vez: Porque, raios, chamamos aquelas blusas femininas que só têm a parte da frente de “frente-única”?

Não sacou?! Titio Garcia expRica (Sagatiba!) pra você. TODA, eu falei TODA blusa – feminina ou masculina – só tem UMA frente. A diferença é que as outras tem uma frente e uma retaguarda. Esse meu questionamento data de uns anos pra cá e ninguém conseguiu responder satisfatoriamente (no máximo sugeriram que se chamasse “frente solitária”).

Eu entendo uma “tomara-que-caia”, pois – dependendo de quem usa – queremos mesmo que caia. Entendo as blusas bufantes (por mais ridículo que seja o termo para peças de vestuário) e entendo as “mamãe-tô-forte”, pois parece mesmo que quem usa uma dessas busca aprovação materna – ou sei lá mais de quem. Agora, “frente-única”... alguém aí já viu uma blusa com DUAS frentes?

Ainda mais que esse povo se distrai muito fácil. Logo que me surgiu esse dilema, fiquei falando com as paredes porque todos estavam empolgados com a escolha do Rio de Janeiro para sediar o Pan-Americano (não, não o banco de empréstimos do Silvio Santos). Agora, temo que aconteça o mesmo já que o ufanismo incitado pela mídia faz parecer que sediar os jogos olímpicos de 2016 vai elevar o país à categoria de primeiro mundo.

Pan, copa e olimpíada... esse povo fica impressionado muito fácil. Nessa hora, aquele teletubie que me sopra os grandes segredos da vida no ouvido quando estou bêbado de conhaque barato me diz assim:


Enquanto isso, no congresso...

domingo, 30 de agosto de 2009

Porquê Michael Jackson é O CARA


Disse É e não ERA, pois não haverá outro.

Hoje em dia é comum (e enjoativo) ver os 18.675 astros e divas do rap/R&B/Black music/soul/funk (saca, aquele estilo que todo mundo acaba generalizando como hip hop). Mas não vou entrar no mérito de denominações, pois está tudo muito mesclado e não sabemos onde um começa e outro termina. Tô falando de talento descoberto e não adestrado pra ser vendido (mesmo que ele tenha iniciado a sucessão de fatos e eventos que tenha inspirado o modelo atual)

Voltando à vaca fria, Michael Jackson foi quem criou todo um universo e ditou padrões que são referências para muitos até hoje (contratos publicitários, vídeo clips com historinhas – e põe historinhas nisso! – a figura do mega star dançando a mesma coreografia que os milhares de “figurantes” e tals). E embora o que sobrou tenha sido só um monte de megalomaníacos mimados ardentes e sensuais – com cara de “sou o picão da parada” – é importante frisar que havia um diferencial tão simples quanto importante: a música e o artista.

Pode parecer vago, mas você aguardava seus clips e shows porque sabia que nunca seria um show e ponto, seria uma mega produção com todo cuidado desde efeitos especiais até a música em si (coreografias, letras, melodias, etc). Era como saborear os momentos que antecedem uma festa. “O que será que vai ter de novo nisso?” “Qual vai ser a próxima que ele vai aprontar?”. Não quero ser chato, mas a gente vê seus sucessores e já sabe exatamente o que eles vão fazer. Só serve pra fãs... Michael conseguiu ultrapassar essa barreira e até não fãs conseguiam enxergar seus feitos.

Excentricidades à parte, havia uma coisa de o artista ter a oferecer ao público muito mais que só música... ele oferecia sua alma em forma de arte.

UIA! Santa poesia, Bátima!
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