Crônicas, divagações e contestações sobre injustiças sociais, cultura pop, atualidades e eventuais velharias cult, enfim, tudo sobre a problemática contemporânea.

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sábado, 18 de agosto de 2018

Bolsonaro: O meme que virou candidato


Se ficarem perguntando as mesmas 'polêmicas' de sempre sobre racismo, violência e homofobia pro 'professor' bolsonaro, ele sempre vai se tornar meme e vai ganhando popularidade ou por ignorância ou por ódio social interno de seus fãs falsos moralistas...

Isso só serve pra vender jornal e ganhar views em site. Em resumo, é uma safadeza barata da mídia pra gerar burburinho. Uma mídia séria decidiria logo perguntar pro pseudo candidato coisas realmente da alçada de um presidente da república, como planos para a economia, educação superior, política externa, etc.

O que acontece é um bando de comunicador carente querendo seu holofote de momento. Vão ficar igual Marcelo Tas, que colocou Bolsonaro no mapa e criou um meme dos mais monstruosos onde só tinha um imbecil de uma frase só mamando nas nossas tetas quase anônimo desde a ditadura, da qual o 'filósofo contemporâneo' é viúva pensionada até hoje.

Quando perguntarem sobre política mesmo, ele vai se enrolar e aí, vamos ver que até o falecido macaco Tião era melhor candidato e mais bem preparado que ele pra governar um país de proporções continentais e com uma das maiores (se não a maior de todas as) diversidades sócio-culturais do mundo.

Não dá mais pra aturar o palhaço ganhando palanque, microfone e holofote pra defender um monte de coisas que um presidente da república nem chega perto pra decidir. Segurança pública, legislação penal, história... isso não é alçada de um presidente, ele não tem que ser perguntado sobre isso. Assim, ele só prova que é um cidadão débil, não que é um candidato (des)preparado.

Acho sinceramente que dar visibilidade pra um tipo desses com questionamentos pouco objetivos é tão nocivo à comunicação social quanto aqueles jornalistas que ficam em cima de um caso atrapalhando investigações de verdade de quem está lá pra isso, como a polícia.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Comercial ou Programação de TV?


Eu sou antiquado do tempo que o intervalo se chamava também 'comercial' (ou reclame, se você for realmente velho).
Hoje em dia - maldito CQC por popularizar esse formato - o comercial virou parte dos programas.
Você não espera mais o intervalo pra ver anúncios.
Agora, dentro do programa, você assiste vendas até o intervalo, quando vêm mais vendas.
Conteúdo que é bom, acabou. Virou uma distração entre um comercial e outro.

Me faz lembrar de uma passagem da Família Dinossauros, quando o Baby assiste a um anúncio de bonequinho de homem das cavernas e diz o clássico infantil 'eu quero!'. Sua mãe, Fran, ignora, mas o comercial continua por mais tempo e o bebêssauro insiste que quer o boneco. Aí, bacana, é quando surge o diálogo mais emblemático sobre o assunto:

Baby: Eu quero!
Fran: ...
Baby: Eu quero!
Fran: Quanto tempo dura esse comercial?
Baby: Não é comercial, é a programação infantil.

Senhoras e manolos, puxem isso para o patamar geral e temos a realidade da programação das mídias para todos os públicos. E a famosa série de dinossauros animados aconteceu em meados dos anos 1990, hein! Não aconteceu há 5 ou 10 anos, mas há uns 20. Então, fiquem com uma pequena seleção de comerciais, do tempo que eles se preocupavam em encantar, não só vender. Um lance que se aprende na faculdade, mas se esquece por causa do cliente exigente e apressado, é a sedução, o encanto pro comprador final se sentir na necessidade de adquirir. Pelo menos isso!


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