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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Superman não pode ter filhos

Sabe, Supernan/Clark Kent/Kal El é o máximo, o escoteirão que te faz querer dar seu melhor (UIA!) e toda aquela coisa de inspiração que um símbolo de justiça tem pra oferecer à sociedade, como o azulão faz. Mas, existe uma coisa que me perturba, no âmbito heroico quadrinístico que é a mania de querer dar vidinhas comuns e ordinárias a personagens de um segmento cuja graça é justamente decolar, literalmente.



E, para muitos heróis, isso seria um problemão, muito maior que o básico 'se meus inimigos descobrirem quem sou, vão atacar meus entes queridos'. Para seres semideuses como o Super, um problema básico é a genética. Por exemplo, em Superman Returns, fica nítido que o filho de Lois Lane é meio super (?!), ou seja, antes que o cuecão vermelho sumisse do mapa, ele deixou a sementinha no repolho de fundo de quintal da famosa jornalista. E é muito interessante ver um moleque daquele tamanho descobrir poderes, mas...


Pensa bem, no caso NO CASO de uma terráquea conseguir gerar descendentes com um kriptoniano, a cria será um híbrido, correto? Pois então, quem garante que o bebê não poderia ter um espasmo de força e num chutinho comum de feto - BLAM! - a barriga da mamãe... bem, você sacou, né? Isso até já foi citado numa história em que Superman encontra seu clássico inimigo, Sr. Mxyzptlk - aquele que se derrota fazendo dizer seu próprio nome ao contrário ou cumprindo suas tarefas bizarras.

Na história, Mxy mostra ao Super realidades alternativas em que leva uma vida comum, ou concilia mais suas facetas heróicas e pessoais. Numa delas, o duende repara em coisas corriqueiras como a 'coincidência' de tantos conhecidos com a inicial L (Lois Lane, Lana Lang, Lex Luthor...) e também fala sobre essa possibilidade. Só que hoje, a coisa tá diferente. Nesse reboot que a DC Comics fez recentemente, meio que zeraram a maioria dos super heróis e deram novos inícios. Num deles, Super se relaciona com a Mulher Maravilha.



Agora tem chance, hein! Ela, sendo cria dos deuses gregos tem poderes que rivalizam com os do Super, então, uma gestação passaria fácil por um super bebê se mexendo em seu ventre. Do contrário, Super, melhor pensar em adoção, ok?

Nota do autor: Essa última piada foi encaminhada por um amigo do blog.



E pra ver como esse clima de super é contagiante, fique agora com super pinchers voadores brincando.



Essa foi uma informação sugerida por outro amigo do blog.



Ps.: Não cogitamos Supergirl (Kara Zor-El) para gerar filhos com o Super, pois são primos em primeiro grau. Já temos variáveis demais aqui.



Não contamos também com a Supergirl (Linda) dos anos 1990, pois ela, aparentemente, foi excluída da cronologia, apesar de eu ainda gostar bastante da personalidade dela, mas é complicado demais explicar suas origens (mas ainda faria mais sentido, a possibilidade de ela carregar o bebê meio-kriptoniano).






Um comentário:

Flor De liz Amorim disse...

Lembrando q o poder do superman vem do armazenamento da energia do nosso sol, então seria impossível o bebe já ser poderoso na barriga de qual quer um que o Clark engravidar, clark mesmo so teve os seus poderes na adolescência. Essa historia do superman foi reformulado pelo Byrne diferente da pre crise q ele tinha poder bebe, e no pos ele qndo bebe não tinha poderes era um bebe normal. Entao sobre bebe matar sua mae com chute seja ela quem for é fora do que a dc estabeleceu, e vejo gente dizendo isso , parece ate q nunca leu a hq pos crise do superman.